Portugal e a União Europeia

Anónimo
Escrito por Anónimo a
Portugal e a União Europeia

Uma cadeira de caráter mais prático, alia o conhecimento técnico ao contexto atual.Acaba por ser mais fácil de acompanhar por ser um conjunto de temas interligados que se testam num exame final. O trabalho de grupo é exigente porque pressupõe uma pesquisa mais profunda de cada tema escolhido. (3/5)


De todas as opcionais em que estive inserida foi a que menos gostei. O trabalho de grupo que fizemos foi uma maneira muito boa de aplicar os conhecimentos mas o teste não foi nada fácil devido à quantidade de matéria que tínhamos de saber e principalmente a data dos acontecimentos estudados em sala de aula (3/5)


  • Achei a cadeira útil, interessante, de fácil compreensão e uma mais valia para quem vai ter Construção Europeia no semestre seguinte
  • Gostei das aulas, é visível o gosto dos professores pela disciplina e assuntos discutidos em aula
  • Recomendo-a a quem tenha interesse na história de Portugal e da União Europeia e que goste de debates e discussão de ideias (primeiras aulas foram bastante interativas) (4/5)

Esta cadeira ficaria melhor colocada no segundo ou no terceiro ano, depois de Construção Europeia (3/5)


Para quem está interessado em perceber o que é a UE e como começou é a cadeira ideal. Se for o contrário acaba por ser bastante entediante. Acaba por ser parecida com a cadeira de 2 ano, Construção Europeia. Tem um trabalho de grupo, não é difícil ter boa nota, quer no trabalho quer no geral. (3/5)


PTUE é uma opcional interessante, aborda tópicos importantes da nossa vida como europeus, apesar de por vezes alguns dos assuntos serem um pouco secantes. Os professores são porreiros, a professora Sónia Ribeiro gosta de integrar os alunos na sua aula e valoriza a sua participação, já as aulas do professor João Vacas são muito monótonas, sendo desafiante manter a concentração durante toda a aula. Acima de tudo recomendaria ir para PTUE pelas vantagens que traz no segundo ano. O programa é muito semelhante com o de CE, uma cadeira do 1 semestre do segundo ano. Alguém que se aplique e leve a cadeira a sério vai ter muito mais facilidade no estudo de CE face a alguém que escolha outra opcional. (3/5)


Cadeira leccionada em português, foi-me aconselhada por um aluno mais velho, quando lhe mencionei que pretendia participar no programa Erasmus+ e não desapontou, daí aconselhar a todos os graúdos do curso que se inscrevam nesta cadeira caso pretendam seguir o mesmo caminho, por vos dar algumas bases que não só servem para a vossa jornada como alunos de Erasmus no estrangeiro, como vos ajuda a perceber um pouco melhor a situação de Portugal na União Europeia. Lecionada pela Professora Sónia Ribeiro e pelo Professor João Vacas, foi uma cadeira que gostei bastante e que me assegurou alguns pontos a mais na média. Isto não quer dizer, de todo, que não requer trabalho e cooperação nas aulas por parte dos alunos, sendo que não é muito díficil já que ambos os professores incentivam bastante, direta e indiretamente, a participação dos alunos nas aulas. É uma cadeira que em termos de ser presencial/remoto não faz muita diferença porque os professores conseguem satisfazer o bom decorrer das aulas em ambos os métodos. (4/5)


A cadeira foi de modo geral bastante interessante e útil para quem pretende aprofundar o conhecimento em estudos europeus. Tivemos palestras com pessoas que estão diretamente ligadas às instituições europeias e as aulas foram bastante interativas, com pequenos trabalhos de grupo e debates. Contudo, a cadeira exige um certo conhecimento prévio sobre a União Europeia, tornando-se assim complicado para quem não tem as bases. Para além disso, como a avaliação de maior peso é realizada no final do semestre, torna-se complicado conciliar toda a matéria. (3,5/5)


Relativamente à cadeira PTUE recomendo talvez após terem construção europeia porque assim já têm uma base mais alargada do tema e irá ajudar bastante para compreender a optativa! É uma cadeira interessante onde vão ter de fazer vários trabalhos em grupo ao longo do semestre e obriga-vos a participar bastante! Em geral, como fiz a cadeira no primeiro ano não gostei muito mas sinto que se a fizesse no segundo ano iria estar mais centrada e iria gostar muito mais. (3/5)


Achei a cadeira de Portugal e a União Europeia um pouco desnecessária no plano curricular do IEP, uma vez que já existem cadeiras obrigatórias como Instituições e Organizações Internacionais e Construção Europeia que nos dão uma informação muito mais detalhada em matéria internacional.

A cadeira está um pouco mal constituída, porque a matéria lecionada na primeira parte é bastante vaga, parece quase sem fio condutor, onde vamos tocando em pontos que apenas são semelhantes por serem de matéria internacional.

Penso que uma vez que já existem cadeiras que conferem um conhecimento de âmbito internacional tão detalhado, de forma mais clara e completa, a cadeira de Portugal e a União Europeia acaba por perder um pouco do seu valor. Ainda que se incida mais sobre a posição de Portugal no mundo e em especial na União Europeia, isso também é abordado nas cadeiras obrigatórias, diria até de forma mais completa, pelo que a cadeira pouco ou nada acrescenta ao conhecimento de qualquer aluno do IEP. (2/5)


Cadeira leccionada em português, foi-me aconselhada por um aluno mais velho, quando lhe mencionei que pretendia participar no programa Erasmus+ e não desapontou, daí aconselhar a todos os graúdos do curso que se inscrevam nesta cadeira caso pretendam seguir o mesmo caminho, por vos dar algumas bases que não só servem para a vossa jornada como alunos de Erasmus no estrangeiro, como vos ajuda a perceber um pouco melhor a situação de Portugal na União Europeia. Lecionada pela Professora Sónia Ribeiro e pelo Professor João Vacas, foi uma cadeira que gostei bastante e que me assegurou alguns pontos a mais na média. Isto não quer dizer, de todo, que não requer trabalho e cooperação nas aulas por parte dos alunos, sendo que não é muito difícil já que ambos os professores incentivam bastante, direta e indiretamente, a participação dos alunos nas aulas. É uma cadeira que em termos de ser presencial/remoto não faz muita diferença porque os professores conseguem satisfazer o bom decorrer das aulas em ambos os métodos. (4/5)

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